A melhor relação custo X benefício do mercado!

A Antena SLIM está disponível em vários modelos, especificos para cada finalidade, são eles:

Modelos de Antenas SLIM

  • AP6500 – Trunking 850 Mhz (conector mini uhf)
  • AP6300 – Trunking 850 Mhz (conector uhf)
  • AP6200 – UHF 5/8 de onda
  • AP6189 – VHF 5/8 de onda
  • AP6389 – VHF Banda Baixa 32-54 Mhz
  • AP6190 – 27 Mhz
  • AP6187 – 27 Mhz
  • AP6186 – VHF 1/4 de onda

Características das Antenas SLIM

Características e vantagens das Antenas SLIM

  • MOLA: Atenua impactos sem comprometer o conjunto.
  • ISOLADOR: Maciço com rosca nas duas extremidades (maior resistência)
  • BLINDAGEM: Bobina blindada evitando possíveis interferências externas (melhor ajuste da R.O.E.)
  • FIO DE COBRE: Esmaltado de alta isolação, 200º (estabilidade com potências elevadas)
  • NÚCLEO DE TEFLON: Sulcos guia para a bobina, (padronização). Resiste a 200º+ e 200º-
  • ANEL DE SILICONE: Evita umidade entre o positivo da antena e do conector
  • POSITIVO: Banhado em ouro, maior condutividade.

Fabricante:
Antenas Steelbras - SLIM



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Faixa: 160 metros
Freqüência: 1.800 a 1.850 kHz

Freqüência própria para curtas distâncias, especialmente no litoral. As ondas se propagam pela superfície alcançando além do horizonte.
Inconveniente: Antenas muito compridas limitam a sua utilização.
Antena recomendada: Dipolo 2 x 40m ou antena tipo (long-wire) fio comprido, (mais de 10 metros) na horizontal 6m sobre o solo com acoplador.

Faixa: 80 metros
Freqüência: 3.500 a 3.800 kHz

Freqüência própria para distâncias até 200 Km, muito usada para rodadas locais.
Inconveniente: Antenas muito compridas limitam a sua utilização.
Antena recomendada: Dipolo: 2 x 20m. Vertical haste de 20m com 4 radiais de 20m

Faixa: 40 metros
Freqüência: 7.000 a 7.300 kHz

A faixa predileta dos radioamadores foneros para curtas e longas distâncias, com boa propagação vai até 1.000 Km. É a faixa mais utilizada no mundo todo.
Antena recomendada: Um dipolo (2 x 10m) ou uma vertical com bobinas e radiais quebram o galho.

Faixa: 30 metros
Freqüência: 10.100 a 10.150 kHz

Faixa especial para CW. Para suprir o intervalo entre os 40 e os 20 metros, na média distância. Própria para DX é quase exclusivamente usada pelos dexisistas.
Antena indicada: Antena direcional de 2 ou 3 elementos.

Faixa: 20 metros
Freqüência: 14.000 a 14.350 kHz

Considerada como faixa nobre, pois oferece melhor cobertura mundial e, é freqüentada pela maioria dos radioamadores do mundo.
Antena indicada: Antena Direcional com 3 ou mais elementos é a recomendada para esta faixa. Dipolos (2 x 5m) ou verticais quando a propagação está aberta também funcionam.

Faixa: 17 metros
Freqüência: 18.068 a 18.168 kHz

Faixa especial para CW.Veio suprir o intervalo entre os 20 e os 15 metros, na longa e media distância.
Antena indicada: Antena direcional de 3 ou mais elementos é recomendável.

Faixa: 15 metros
Freqüência: 21.000 a 21.450 kHz

A faixa  15 metros são marcadas as freqüências e horários dos contatos familiares através do mundo, rodadas semanais de amigos e parentes. Substitui os 20 metros com vantagem quando a propagação está aberta.
Antena indicada: Antenas direcionais de mais de 3 elementos é recomendável.

Faixa: 12 metros
Freqüência: 24.890 a 24.990 kHz

Faixa especial para CW, assim como as de 17m e 30m.

Faixa: 11 metros
Freqüência: 26.905 a 27.605 kHz

Faixa especial para os operadores de rádio da Faixa do Cidadão, os PX, em operações com finalidades especificas o prefixo PX também é utilizado pelos radioamadores.

A freqüência de 27 MHz, gerada pelo terceiro harmônico de 9 MHz produzindo os segundo e terceiro harmônicos em 54 e 71 MHz (TV canais 2 e 5), causando as interferências, por esta razão a potência de transmissão dos equipamentos homologados para 11 metros é limitada a 7 watts AM.

A faixa do Cidadão, 11 metros, foi criada e regulamentada em 1970. Antes, o caminho natural era a Rede Brasileira de Radioamadores.

A Faixa dos 11 metros, fala-se em linha reta até 20 km e, na propagação acima de 2.000 km.

Faixa: 10 metros
Freqüência: 28.000 a 29.700 kHz

Distâncias de mais de 30 km até 1.000 km, normalmente não há possibilidade de contato, entretanto, existem situações extremamente raras onde uma estação ouve a outra dentro destas distâncias.

Antenas verticais de 5/8 de onda (+3dB) são o que de melhor existe nestas faixas. Antenas direcionais com mais de 4 elementos para o dexisista é uma boa opção.

Faixa: 6 metros
Freqüência: 50.000 a 54.000 kHz

A freqüência dos pacientes. Contatos próximos só onde ha visada. A Propagação normalmente abre e fecha tão de repente que mal dá para se fazer um QSO. Existem os “beacons” para acompanhar a abertura da propagação. Você deixa o receptor sintonizado na freqüência do beacom da zona em que V. quer falar e ao aparecer o sinal começa a chamar.

Faixa: 2 metros
Freqüência: 144.000 a 148.000 kHz

Tudo o que se possa pensar em radiocomunicação, os 2 metros oferecem. Por esta razão é a atual faixa de acesso de mais de 50% dos interessados em radiocomunicação. Contatos diretos em linha de visada vão até 50km ou mais.Nas propagações esporádicas consegue-se contatos até 1.000km. Estas estações que a gente nem sabe onde estão, porem as ouve com toda a clareza, em casa, no carro e até na rua, como se fosse um telefone celular.

Faixa: 1,44 metros
Freqüência: 220.000 a 225.000 kHz

Freqüência similar aos 2 metros no comportamento, porem, pouco utilizada pela falta de equipamentos. Antenas Verticais de ganho e direcionais com mais de 4 elementos são aconselháveis.

Faixa: 70 centímetros
Freqüência: 430.000 a 440.000 kHz

Faixa similar aos 2 metros porem, muito critica. Requer equipamentos mais sofisticados, inclusive as antenas. Pouco utilizada. Em veículos leva vantagem sobre as outras faixas. Antenas pequenas e com bom rendimento.

Faixas decamétricas para uso em base secundária
Freqüências: 902 a 928 mHz, 1.240 a 1.300 mHz, 2.300 a 2.450 mHz, 3.300 a 3.500 mHz, 5.650 a 5.925 mHz, 10,00 a 10,50 gHz, 24,00 a 24,25 gHz, 47,00 a 47,20 gHz, 75,50 a 81,00 gHz, 142 a 149 gHz, 241 a 250 gHz, 275 a 400 gHz.

São consideradas em base secundária pelo compartilhamento com entidades privadas e do governo. Links de estações de rádio e TV, antigamente, e agora as transmissões de dados, poderão ser encontradas ou interferidas e, neste caso o radioamador é que tem de mudar de freqüência. Transmissões de ATV utilizam as duas primeiras faixas (900 e 1200). Antenas diretivas de alto ganho são utilizadas.




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Antes de transmitir, é importante ter certeza que esta recebendo o sinal do satélite, e se a frequência está desocupada. Receber bem o satélite é 95% importante, transmitir são os outros 5% restantes.

Transmitir sem ter boa recepção, receberá o titulo de “jacaré” (boca grande, ouvido pequeno) e a antipatia de alguns radioamadores.

Satélite exige técnica e muita paciência, não transmita antes de ter recepção perfeita.

Os melhores resultados são obtidos com antenas direcionais. Para os satélites de baixa órbita (AO-51, SO-50, ISS) uma pequena direcional de 5 elementos para UHF será o suficiente para o downlink.

Muitos radioamadores não possuem QSJ para um sofisticado sistema de rotores de elevação e azimute, então operam com HT e antena a mão ou mesmo com um rádio normal, mas com a antena na mão. Devido ao seu pequeno tamanho, fica fácil fazer o direcionamento.

Nos satélites LEO que trabalham no modo B ou J, via de regra não se corrige o efeito doppler na banda de VHF, devido que em FM, o desvio de +/-3kHz é facilmente tolerado pelo receptor do satélite ou pelo receptor de seu rádio.



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A Lei da Antena é uma Lei Federal que regulamenta e assegura a instalar o rádio e sua antena de estação de radioamador.

Só existem 3 restrições para instalação de antenas: aeródromos, heliportos, e auxílio à navegação aérea. Não existem outras restrições legais.

O Artigo 1º da Lei da Antena estabelece o direito para um conjunto de antenas sem limitar a quantidade. Este conjunto pode ter apenas uma antena ou muitas antenas dependendo da necessidade.

A Lei da Antena assegura o direito de instalar todos os acessórios que formam o necessário sistema de antenas.

Para a antena funcionar corretamente, requer um suporte e o cabo para ligar no rádio, formando o “sistema de antenas”. Além do suporte e do cabo, o sistema de antena pode ter  filtros, chaves, amplificadores,baterias, coletor solar, tirantes, aterramentos, torres, etc.

O instalador deve ter qualificação adequada ao grau de complexidade da instalação e deve respeitar as normas de engenharia e as posturas aplicáveis às construções, escavações elogradouros públicos.



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