DIFUSORA, A RÁDIO MAIS TRADICIONAL DA REGIÃO
Fundação aconteceu no dia 24 de junho de 1946
Fundada no dia 24 de junho de 1946 pelo Círculo Operário Jundiaiense, a Rádio Difusora é a mais tradicional emissora de ondas médias da região e uma das mais antigas em atividade no Brasil. Neste ano a Rádio Difusora completa 64 anos. Ela foi fundada durante o governo do marechal Eurico Gaspar Dutra. Era prefeito de Jundiaí na ocasião, Vasco Antônio Venchiarutti e o cardeal de São Paulo, Dom Carmelo de Vasconcelos Mota, participaram da solenidade de inauguração.
Seu primeiro estúdio foi situado na Rua Barão de Jundiaí, 394. E a antena transmissora foi instalada no alto da Vila Progresso, e era ainda de madeira. A Difusora transmitia na época com 100 watts de potência, seu prefixo de identificação era ZYE6 e seu horário de funcionamento era das 9 às 22h30.
Na época o seu diretor era o padre Otávio de Sá Gurgel. A difusora surgiu como a “Voz do Operário de Jundiaí” e seu objetivo então era se comunicar com os trabalhadores de Jundiaí. A programação concentrava-se no período da manhã, hora do almoço e à tarde, e contava também com programas religiosos. Às 18 horas em ponto aconteciam às louvações a Nossa Senhora e a reza do terço.
Na década de 60 já havia mudado a presidência, com a presença do Padre Adalberto de Paula Nunes, outro cearense. Na gerência estava o Sr. Carlos Hermany Ferriani, trazido especialmente da capital. Nessa gestão, muitas ações marcaram o processo de modernização da emissora jundiaiense.
Depois de dois anos da gestão do Sr. Hermany, foi convidado a assumir essa função o ex-funcionário TOBIAS MUZAIEL, que já havia sido locutor-apresentador na emissora, tendo saído por cinco anos para exercer a mesma função no canal 5 de televisão (antiga OVC) e depois Rede Globo.
Nessa época, estava ocorrendo uma verdadeira revolução na música popular brasileira. Era o início da bossa-nova. Criou-se, então, em Jundiaí, a famosa linha BN de programação. Novamente ressurgiu o rádio local com uma nova vestimenta e um precioso conteúdo de jornalismo e entretenimento musical. Nessa linha vários programas foram criados e alcançaram pleno sucesso.
Com o falecimento do Diretor Geral, Padre Adalberto, assumiu o comando o radialista e jornalista Tobias Muzaiel. Ao mesmo tempo nascia também um novo jornal, com a finalidade de praticar um jornalismo que englobasse a região de Jundiaí e todas as cidades circunvizinhas.
Para essa parceria, a Difusora ganhou nova técnica de transmissão, usando maior potência, novos transmissores e nova torre, dessa vez localizados na Vila Rio Branco. Cresciam ambos com nova equipe de jornalistas e radialistas, sob a marca JJ/Difusora.
Fica esclarecido que a Difusora tinha saído da freqüência 1570 khz para o meio do Dial: 810 khz. Promoções conjuntas elevaram o nome da emissora e ao mesmo tempo do seu parceiro, o JJ (Jornal de Jundiaí).
Com o avanço da tecnologia, o rádio hoje, está ficando para segundo plano, principalmente as emissoras que transmitem em ondas médias. Em muitos dos novos equipamentos que estão sendo colocados no mercado, o rádio ondas médias foi esquecido. Também foi ignorado nos MPs, nos aparelhos celulares, e até em receptores que hoje são equipados com dvds, e pen-drives.
O rádio AM, ainda tem muita tradição com os mais antigos, pois é tido como um veículo de prestação de serviços e informativo.
Na sua programação hoje, a prioridade é para a informação. Nossos repórteres estão sempre atentos a tudo o que acontece em Jundiaí e região. Por isso valorizamos esse slogan: “Quando um fato acontece, na Difusora ele tem o destaque que merece”.
Na política, no esporte, na polícia, nossos repórteres acompanham os acontecimentos e trazem as informações em primeira mão. Na Difusora os comentários refletem a opinião do povo.
É assim que se faz rádio “Prestando Serviço” e colocando o ouvinte em primeiro lugar. Por isso é que a Difusora aparece.
A Difusora está atenta à globalização da informação sem esquecer os anseios locais.
Sobre o futuro, costuma-se dizer “A Deus ele Pertence”, mas, acreditando em Deus sobre todas as coisas, e com muita garra para continuar desenvolvendo este trabalho para o seu público ouvinte, a Difusora tem muitos planos para o futuro:
O primeiro já em operação: um moderno transmissor, um novo equipamento que leva ao ouvinte uma das mais avançadas tecnologias disponíveis hoje no interior de São Paulo, tem a concepção de Estado Sólido, ou seja: uma novidade com mais eficiência e capacidade de nível de modulação não utilizando mais a antiga válvula. A Rádio Difusora agora transmite com mais qualidade e já está apta a entrar definitivamente na era digital, pois com essa tecnologia que ainda é tendência para as rádios AMs do Interior de São Paulo, a nossa mudança de sistema vai depender somente de regulamentação federal.
“O governo deve em breve qual sistema o País vai adotar o americano (Iboc) ou o europeu (DRM). Depois, será feita a regulamentação e a adaptação dos fabricantes. Os rádios receptores terão que se adaptar, para esta nova tecnologia na fabricação de novos equipamentos ou desenvolvendo meios que possibilitem a nova forma de recepção nos aparelhos já existentes.
Poucas redes de rádio já usam sistema digital que está em fase de estudo, mas depois da regulamentação e investimento no sinal digital, o público de rádio AM vai ouvir com qualidade comparada à que se nota, hoje, nas emissoras de Frequência Modulada. “Para os ouvintes, essas mudanças se traduzem em mais qualidade de som. Além disso, o sistema digital vai possibilitar a transmissão de dados e de outras informações”.
Além do rádio e da internet, o público agora também pode acompanhar a programação da Rádio Difusora Jundiaiense ao vivo, em qualquer lugar onde estiver, pelo iPod Toutch ou iPhone. Sem nenhum custo, o ouvinte pode instalar em seu equipamento de mídia portátil ou no celular e comunicador da Internet o aplicativo para o sinal e ouvir a rádio sem limites geográficos. O aplicativo é simples e com ele é possível ter acesso à programação em qualquer lugar.
“O usuário pode ter acesso desde que tenha o WiFi (comunicação sem fio) ou pela internet do telefone”.
Assim que estiver instalado no Iphone ou no Ipod Toutch, o aplicativo fica salvo e pode ser acessado com um simples toque.
O ícone para ouvir a Rádio Difusora no iPod ou no iPhone pode ser obtido na nossas páginas na internet. O acesso ao serviço está disponível pelo site www.radiodifusorajundiai.com.br ou pelo site do Jornal de Jundiaí Regional (www.portaljj.com.br).
Na sequência teremos a mudança do estúdio irradiante. A Rádio Difusora sairá das atuais instalações, na Rua Barão de Jundiaí 1041 – 9 andar do Edifício Antonio Latorre, para a Avenida Prefeito Luiz Latorre, onde já está em funcionamento parte do Parque Gráfico do Jornal de Jundiaí regional. Um moderno estúdio panorâmico vai abrigar as novas instalações da Rádio Difusora de Jundiaí.
“Com 64 anos de história, A Difusora é uma rádio moderna e está sempre atualizada às tendências e novas tecnologias”.
UHF (Ultra High Frequency) ou ondas decimétricas, é o segmento de freqüência compreendido entre 300 e 3000 MHZ (1M a 10CM) sendo a banda mais popular os 70CM (430-440 MHZ).
A atividade em UHF teve início no final dos anos 70, mas foi na década de 80 que aconteceu a grande evolução, com o surgimento de novos equipamentos e novas tecnologias.
O UHF através da banda de 70cm também pode oferecer contatos à larga distancia com aberturas para a região do Caribe e América Central, através da propagação Trans Equatorial. Companheiros do Rio Grande do Sul e estações da Argentina e Uruguay por sua localização geográfica são os mais beneficiados.
Veja abaixo, quais as freqüências liberadas para os Radioamadores e que compreendem ao espectro das bandas de UHF:
Nas bandas de UHF as atividades principais, são contatos via satélite , reflexão lunar, emissão-piloto, repetidoras e a comunicação digital.
Devido a alta freqüência é recomendado a utilização de cabos coaxiais com baixa perda e com o mínimo comprimento possível entre o transmissor e a antena, visando optimizar o ganho da estação.
Diário Oficial – IMPRENSA NACIONAL – BRASÍLIA-DF
Ano CXXXII- No. 136, TERÇA-FEIRA, 19 DE JULHO DE 1994.
Atos do Poder Legislativo:
LEI No. 8.919 DE 15 DE JULHO DE 1994
Dispõe sobre a instalação do sistema de antenas por titulares de licença de Estação de Radiocomunicações, e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art 1º Ao permissionário de qualquer serviço de radiocomunicação é assegurado o direito de instalação da respectiva estação, bem como do necessário sistema ou conjunto de antenas, em prédio próprio ou locado, observados os preceitos relativos às zonas de proteção de aeródromos, heliportos e de auxílio à navegação aérea.
Parágrafo único. O sistema ou conjunto de antenas deverá ser instalado por pessoa qualificada, em obediência aos principios técnicos inerentes ao assunto, observadas as
normas de engenharia e posturas federais, estaduais e municipais aplicáveis às contruções, escavações e logradouros públicos.
Art 2º O permissionário de qualquer serviço de radiocomunicação é responsável pelas despesas decorrentes da instalação do seu sistema ou conjunto de antenas, bem como
pela sua manutenção e por eventuais danos causados à terceiros.
Art 3º Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Art 4º Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 15 de julho de 1994, 173º da Independência e 106º
da República

ITAMAR FRANCO
Djalma Bastos de Morais

A Lei da Antena é uma Lei Federal que regulamenta e assegura a instalar o rádio e sua antena de estação de radioamador.
Só existem 3 restrições para instalação de antenas: aeródromos, heliportos, e auxílio à navegação aérea. Não existem outras restrições legais.
O Artigo 1º da Lei da Antena estabelece o direito para um conjunto de antenas sem limitar a quantidade. Este conjunto pode ter apenas uma antena ou muitas antenas dependendo da necessidade.
A Lei da Antena assegura o direito de instalar todos os acessórios que formam o necessário sistema de antenas.
Para a antena funcionar corretamente, requer um suporte e o cabo para ligar no rádio, formando o “sistema de antenas”. Além do suporte e do cabo, o sistema de antena pode ter filtros, chaves, amplificadores,baterias, coletor solar, tirantes, aterramentos, torres, etc.
O instalador deve ter qualificação adequada ao grau de complexidade da instalação e deve respeitar as normas de engenharia e as posturas aplicáveis às construções, escavações elogradouros públicos.