Fazendo uma comparação um pouco grosseira, mas objetiva, os equipamentos de radioamadores e os motores de automóveis não mudaram em nada após as suas invenções. Hoje, se desmontarmos um motor de carro vamos ver que 90% do que encontramos lá são os mesmos componentes de quando foram criados os primeiros carros.
O mesmo acontece com os tranceptores de radioamadores; ali encontramos: pré-amplificadores de microfone, bobinas de sintonia, VFO, circuito de modulador balanceado, tanque final, etc…, tudo igualzinho ao que havia desde o começo da invenção dos trasmissores.
Hoje o que existe são transceptores modernos, com alguns adornos, em cima do que já existia, desde muitos anos, como limitadores de ruído, DSP, etc…
Quando corujamos os colegas possuidores desses transceptores modernos, notamos que eles não “fazem mais rádio“, como costumeiramente, mas ficam o tempo todo se perguntando: como está o meu áudio, como está o meu áudio, como está o meu áudio, tema este que era muito pouco falado na época do AM, porque essa modalidade representava e representa até os dias de hoje, o melhor áudio Hi-fi que se conseguiu até agora; AM não tem distorção, enquanto FM e DSP têm; sabe-se que o melhor áudio se consegue é aquele com duas válvulas EL34 na saída do áudio, apoiados por um circuito envolvendo outra excelente válvula a 12 AX7, que é um duplo triodo pré-amplificado de microfone; por sinal os colegas radioamadores que usam transceptores com DSP já estão até mesmo adquirindo “mesas” para microfones, com circuitos feitos de válvulas 12 AX7, no intuito de melhorarem a “performance” dos transceptores devido à distorção produzida por DSP.
Quando nós operávamos com os antigos transmissores valvulados de AM, como os DELTAS GELOSO, raramente nós faziamos a pergunta “como está o meu áudio”, porque todos aqueles transmissores tinham a mesma qualidade de áudio e ninguém ia se preocupar de fazer a pergunta tão reduntante. As únicas vezes que alguém reclamava do áudio era quando aquela malha do cabo de microfone feita de muitos fios fininhos dourados se enferrujava e ai se quebrando até isolar do terra provocando um zumbido desagradável para quem estava do outro lado nos escutando.
Portanto, colegas, o melhor áudio Hi-Fi é o AM. Você não precisa ir atrás de outro. Por mais que os colegas possuidores de transceptores com DSP procurem melhorar o áudio deles, nunca irão chegar a nenhuma conclusão, pois o SSB já é uma deformação do AM e o DSP, uma deformação dos dois, o que ainda complica mais a situação
Além de tudo eu já notei que os transceptores com DSP precisam ser sempre reconfigurados cada vez que os ligamos para falar.
Fontes:
- QTC da Labre-Ceará -PU4-TAM / PX4H-2657 / Magela
- Rodada do Bule
Na nova série de programas do UNO Clube de Amigos da Voz da Russia, Ulysses Galetti apresenta programas, desenvolvidos por Sarmento Campos, com informações sobre como escolher o melhor rádio receptor.
Acompanhe, clicando abaixo:
http://www.ulyssesgalletti.radiolegal.org/CCR/CCRCdeA1.1.mp3
DIFUSORA, A RÁDIO MAIS TRADICIONAL DA REGIÃO
Fundação aconteceu no dia 24 de junho de 1946
Fundada no dia 24 de junho de 1946 pelo Círculo Operário Jundiaiense, a Rádio Difusora é a mais tradicional emissora de ondas médias da região e uma das mais antigas em atividade no Brasil. Neste ano a Rádio Difusora completa 64 anos. Ela foi fundada durante o governo do marechal Eurico Gaspar Dutra. Era prefeito de Jundiaí na ocasião, Vasco Antônio Venchiarutti e o cardeal de São Paulo, Dom Carmelo de Vasconcelos Mota, participaram da solenidade de inauguração.
Seu primeiro estúdio foi situado na Rua Barão de Jundiaí, 394. E a antena transmissora foi instalada no alto da Vila Progresso, e era ainda de madeira. A Difusora transmitia na época com 100 watts de potência, seu prefixo de identificação era ZYE6 e seu horário de funcionamento era das 9 às 22h30.
Na época o seu diretor era o padre Otávio de Sá Gurgel. A difusora surgiu como a “Voz do Operário de Jundiaí” e seu objetivo então era se comunicar com os trabalhadores de Jundiaí. A programação concentrava-se no período da manhã, hora do almoço e à tarde, e contava também com programas religiosos. Às 18 horas em ponto aconteciam às louvações a Nossa Senhora e a reza do terço.
Na década de 60 já havia mudado a presidência, com a presença do Padre Adalberto de Paula Nunes, outro cearense. Na gerência estava o Sr. Carlos Hermany Ferriani, trazido especialmente da capital. Nessa gestão, muitas ações marcaram o processo de modernização da emissora jundiaiense.
Depois de dois anos da gestão do Sr. Hermany, foi convidado a assumir essa função o ex-funcionário TOBIAS MUZAIEL, que já havia sido locutor-apresentador na emissora, tendo saído por cinco anos para exercer a mesma função no canal 5 de televisão (antiga OVC) e depois Rede Globo.
Nessa época, estava ocorrendo uma verdadeira revolução na música popular brasileira. Era o início da bossa-nova. Criou-se, então, em Jundiaí, a famosa linha BN de programação. Novamente ressurgiu o rádio local com uma nova vestimenta e um precioso conteúdo de jornalismo e entretenimento musical. Nessa linha vários programas foram criados e alcançaram pleno sucesso.
Com o falecimento do Diretor Geral, Padre Adalberto, assumiu o comando o radialista e jornalista Tobias Muzaiel. Ao mesmo tempo nascia também um novo jornal, com a finalidade de praticar um jornalismo que englobasse a região de Jundiaí e todas as cidades circunvizinhas.
Para essa parceria, a Difusora ganhou nova técnica de transmissão, usando maior potência, novos transmissores e nova torre, dessa vez localizados na Vila Rio Branco. Cresciam ambos com nova equipe de jornalistas e radialistas, sob a marca JJ/Difusora.
Fica esclarecido que a Difusora tinha saído da freqüência 1570 khz para o meio do Dial: 810 khz. Promoções conjuntas elevaram o nome da emissora e ao mesmo tempo do seu parceiro, o JJ (Jornal de Jundiaí).
Com o avanço da tecnologia, o rádio hoje, está ficando para segundo plano, principalmente as emissoras que transmitem em ondas médias. Em muitos dos novos equipamentos que estão sendo colocados no mercado, o rádio ondas médias foi esquecido. Também foi ignorado nos MPs, nos aparelhos celulares, e até em receptores que hoje são equipados com dvds, e pen-drives.
O rádio AM, ainda tem muita tradição com os mais antigos, pois é tido como um veículo de prestação de serviços e informativo.
Na sua programação hoje, a prioridade é para a informação. Nossos repórteres estão sempre atentos a tudo o que acontece em Jundiaí e região. Por isso valorizamos esse slogan: “Quando um fato acontece, na Difusora ele tem o destaque que merece”.
Na política, no esporte, na polícia, nossos repórteres acompanham os acontecimentos e trazem as informações em primeira mão. Na Difusora os comentários refletem a opinião do povo.
É assim que se faz rádio “Prestando Serviço” e colocando o ouvinte em primeiro lugar. Por isso é que a Difusora aparece.
A Difusora está atenta à globalização da informação sem esquecer os anseios locais.
Sobre o futuro, costuma-se dizer “A Deus ele Pertence”, mas, acreditando em Deus sobre todas as coisas, e com muita garra para continuar desenvolvendo este trabalho para o seu público ouvinte, a Difusora tem muitos planos para o futuro:
O primeiro já em operação: um moderno transmissor, um novo equipamento que leva ao ouvinte uma das mais avançadas tecnologias disponíveis hoje no interior de São Paulo, tem a concepção de Estado Sólido, ou seja: uma novidade com mais eficiência e capacidade de nível de modulação não utilizando mais a antiga válvula. A Rádio Difusora agora transmite com mais qualidade e já está apta a entrar definitivamente na era digital, pois com essa tecnologia que ainda é tendência para as rádios AMs do Interior de São Paulo, a nossa mudança de sistema vai depender somente de regulamentação federal.
“O governo deve em breve qual sistema o País vai adotar o americano (Iboc) ou o europeu (DRM). Depois, será feita a regulamentação e a adaptação dos fabricantes. Os rádios receptores terão que se adaptar, para esta nova tecnologia na fabricação de novos equipamentos ou desenvolvendo meios que possibilitem a nova forma de recepção nos aparelhos já existentes.
Poucas redes de rádio já usam sistema digital que está em fase de estudo, mas depois da regulamentação e investimento no sinal digital, o público de rádio AM vai ouvir com qualidade comparada à que se nota, hoje, nas emissoras de Frequência Modulada. “Para os ouvintes, essas mudanças se traduzem em mais qualidade de som. Além disso, o sistema digital vai possibilitar a transmissão de dados e de outras informações”.
Além do rádio e da internet, o público agora também pode acompanhar a programação da Rádio Difusora Jundiaiense ao vivo, em qualquer lugar onde estiver, pelo iPod Toutch ou iPhone. Sem nenhum custo, o ouvinte pode instalar em seu equipamento de mídia portátil ou no celular e comunicador da Internet o aplicativo para o sinal e ouvir a rádio sem limites geográficos. O aplicativo é simples e com ele é possível ter acesso à programação em qualquer lugar.
“O usuário pode ter acesso desde que tenha o WiFi (comunicação sem fio) ou pela internet do telefone”.
Assim que estiver instalado no Iphone ou no Ipod Toutch, o aplicativo fica salvo e pode ser acessado com um simples toque.
O ícone para ouvir a Rádio Difusora no iPod ou no iPhone pode ser obtido na nossas páginas na internet. O acesso ao serviço está disponível pelo site www.radiodifusorajundiai.com.br ou pelo site do Jornal de Jundiaí Regional (www.portaljj.com.br).
Na sequência teremos a mudança do estúdio irradiante. A Rádio Difusora sairá das atuais instalações, na Rua Barão de Jundiaí 1041 – 9 andar do Edifício Antonio Latorre, para a Avenida Prefeito Luiz Latorre, onde já está em funcionamento parte do Parque Gráfico do Jornal de Jundiaí regional. Um moderno estúdio panorâmico vai abrigar as novas instalações da Rádio Difusora de Jundiaí.
“Com 64 anos de história, A Difusora é uma rádio moderna e está sempre atualizada às tendências e novas tecnologias”.
Digital Radio Mondiale
Rafael Diniz
Horário: 13:00
Ruído Proveniente da Rede Elétrica (QRM de Linha) – Entender para Resolver
Eng. Fred C Carvalho – PY2XB
Horário: 15:00
DXpedição a Rotuma, 3D2R
Atilano de Oms, PY5EG
Horário: 17:00
D-Star
Edwin Cortes, K4BQN (Icom America)
Horário: 9:30
SDR- RADIO DEFINIDO POR SOFTWARE: Seus fundamentos e demonstração prática.
Edson Wander Pereira, PU2MWD
Horário: 11:00
1) O primeiro passo a tomar é obter uma licença de Radioamador. Comece “com o pé direito”, procurando a LABRE – Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão ou a ANATEL de seu Estado ou região. Não se deixe levar pelo caminho “mais curto” da clandestinidade, pois além de sua atividade não ser reconhecida legalmente e entre os próprios Radioamadores, o uso de equipamento de radiocomunicação sem a devida licença expedida pela ANATEL, infringe leis e pode ser punido com pesadas multas e processo federal.
2) De posse de sua licença, você terá diversas opções de equipamentos e antenas, desde os mais simples que operam em apenas uma faixa, como os rádios de VHF até os mais sofisticados, como equipamentos de banda corrida. Caso tenha obtido licença de classe C, você ficará limitado a operar apenas nas faixas de VHF, UHF e parte das faixas de HF. Caso sua licença seja B ou maior, poderá operar em outras faixas de HF e com maior potência.
Uma outra opção muito interessante, é a de partir para a própria montagem de seu equipamento. Existe muita literatura sobre projetos de equipamentos em livros e na Internet. Algumas empresas, como as americanas Elecraft e a Vectronics disponibilizam equipamentos sob a forma de kits para montagem.
A montagem de seu próprio equipamento é muitas vezes mais gratificante que a compra de um equipamento pronto.
Os equipamentos básicos para começar uma Estação são:
3) Determine um local livre de sua casa para a instalação da(s) antena(s). Caso more em condomínio, veja a legislação específica, que garante o direito ao Radioamador da instalação de antenas.
4) Disponibilize um caderno para o registro de seus comunicados. O livro de registro de comunicados é obrigatório nas estações de Radioamador. Caso queira, existem diversos programas de computador que administram seus contatos.
5) Providencie um cartão QSL. O cartão QSL é uma cortesia enviada pelos Radioamadores através dos Correios ou pela LABRE e tem a finalidade de comprovar a realização de seus contatos. O cartão será útil na
Os radioamadores normalmente utilizam nas suas transmissões dois sistemas de radiocomunicação. Um deles é a radiotelefonia, ou simplesmente fonia (AM, FM ou SSB), onde a informação (ou mensagem) transmitida por meio das ondas de rádio é a voz. O outro sistema é a radiotelegrafia, ou simplesmente CW (continuous wave), onde a informação transmitida é formada pelos elementos do Código Morse (ou código Radiotelegráfico Internacional). Telegrafia, Código Morse e CW têm o mesmo significado.
É interessante frisar que o conhecimento prático da telegrafia (recepção auditiva e transmissão do Código Morse), para obtenção da licença de radioamador é exigida pelas convenções internacionais que regem o radioamadorismo. Tal exigência se deve ao facto de que nas situações difíceis, onde não é possível a transmissão de mensagens em fonia, ainda se conseguem satisfatórias comunicações em CW, as quais utilizam uma menor potência, proporcionam um maior alcance e são muito menos afetadas pelas interferências. Muitos radioamadores não acham necessário a imposição da prática de CW para as provas de radioamador, realmente, as coisas impostas não são muito bem-vindas, mas o propósito aqui não é discutir a importância ou não da telegrafia e sim compartilhar informações valiosas com o colega leitor deste artigo, sobre esta fabulosa modalidade de radioamadorismo que apesar de toda a tecnologia existente ainda é utilizada por muitos, incluindo forças militares ao redor do globo.
O Código Morse foi idealizado em 1837 pelo cientista norte-americano Samuel Finley Breese Morse. Nesse sistema, as letras do alfabeto, os algarismos arábicos e os sinais de pontuação encontram-se representados pela combinação adequada de dois tipos de sons ou sinais: um breve e um longo. Deste modo, é possível formar-se palavras e frases inteiras. A comunicação radiotelegráfica consiste, então, em enviar sinais da estação transmissora até a receptora, utilizando-se as ondas de rádio como veículo.
Um dos métodos para se aprender o Código Morse consiste em convidar um outro colega que esteja também interessado em aprender (afinal quem usa rádio não se comunica consigo mesmo, seja qual for a modalidade), para que ele o ajude na prática dos exercícios de aprendizagem. Será demonstrado mais adiante um processo prático de estudo do Código Morse. Não existe melhor processo, que aquele a que você melhor se adapte.
Como dissemos, o Código Morse é formado pela combinação de dois tipos de sons, colocados em intervalos convenientes, para produzir outros sons diferentes, os quais, por sua vez, são usados para identificar cada uma das letras do alfabeto, os algarismos arábicos e outros símbolos e sinais convencionais de uso geral.
Os tipos de sons são apenas de duas espécies, um curto, o qual chamaremos de di e outro longo, o qual chamaremos de dah. Os sons têm duração diferente, o de curta duração corresponde ao ponto, e ao de longa duração, ao traço no alfabeto morse.
Trataremos o código não como pontos e traços, mas sim como sinais, para tornar a compreensão mais fácil e agradável. A origem do timbre dos sons é uma oscilação de áudio frequência de mais ou menos 800 Hz.
O som di é a frequência que se ouve durante um espaço de tempo curto, de mais ou menos 1/3 de segundo, e que utilizamos como unidade, para comparar os tempos dos sons curtos e longos. O som longo não é mais do que um som curto prolongado e que se ouve pelo espaço de tempo, mais ou menos 1 segundo, ou seja, três vezes mais longo que o som curto.
Cada símbolo do alfabeto Morse é chamado elemento, quer seja curto ou longo. Um ou mais elementos formam sinais (letras, números e outros símbolos especiais). Estes, por sua vez, formam palavras ou abreviaturas. O ritmo da manipulação vai determinar a velocidade de transmissão.
Referimo-nos ao sons curtos (di) e longos (dah) pois são os que mais se parecem com o som Radiotelegráfico ou oscilação de 800 Hz. Portanto, adotamos tais expressões sempre que nos referirmos aos sons breves e longos, respectivamente. Poder-se-á comprovar esses sons utilizando um oscilador para prática, de CW.
O estudo do Código Morse deve ser feito, se possível, de maneira metódica, é como aprender uma outra língua. No início pode parecer difícil, impossível, desesperante, mas com o tempo habituamos os nossos ouvidos, é aí que a coisa toma sentido. Tenha disciplina, estude os sons diariamente por um período máximo de 1 hora, fazendo intervalos de 15 a 30 minutos, assim irá habituar-se aos poucos. Se sentir cansaço nos primeiros exercícios, após 15 minutos de prática, não continue, deixe para o dia seguinte. Isso é comum no início, porém não perca um dia que seja, de prática. A insistência é factor muito importante, não apenas na telegrafia, mas também em qualquer outro tipo de estudo.
Fonte: CT2FUQ
O Radioamador Simon Brown, HB9DRV criador do Software mais utilizado por nós, o Ham Radio de Luxe, vendeu seus direitos sobre o programa para um grupo composto por Mike Carper, WA9PIE, Gawtry Randy, K0CBH e Ruhl Rick, W4PC. Todos os três diretores têm mais de 25 anos de experiência com comunicação de dados via rádio.
Rick Ruhl é o presidente da W4PC Software Inc, cujos produtos incluem o PakRatt, PKTerm e Radio Operations Center software.
Randy Gawtry é o presidente da Timewave Technology Inc, cujos produtos incluem as famílias PK e DSP de controladores de dados e outros produtos comerciais de dados.
Mike Carper é um experiente executivo de tecnologia da Fortune 500, educador e palestrante nas áreas de tecnologias sem fio e IT Service Management.
“Simon tem feito um trabalho fantástico com este software,” disse Carper. “Sua visão para a criação de controle de equipamentos, controle de rotor, modos digitais, e as operações de satélite em um conjunto único e mostra a riqueza deste software que tem cativado a comunidade de radioamadores em todo o mundo.
Gostaríamos de manter este produto com a mesma qualidade e respeito pelo trabalho duro colocado neste software por Simon e outros, enquanto forneceremos correções oportunas e aprimoramentos de recursos no futuro, que será nossa prioridade número um. ”
“Depois de muitos anos criando e atualizando o Ham Radio de luxe eu cheguei a conclusão de que é necessário fazer uma pausa e passar o projeto para outra equipe”, disse Simon Brown, HB9DRV. “O esforço de apoio necessário tornou-se mais realista do que eu posso administrar, com muitos milhares de usuários, novos rádios e outros equipamentos que aparecem o tempo todo e mudanças inesperadas à infra-estrutura utilizada pelo Ham Radio de luxe, como o QRZ.com, eu já não tenho tempo para administrar outros projetos.
Como alguns de vocês sabem, eu criei a empresa chamada SDR-RADIO.com e agora estou trabalhando na área de Rádio Definido por computador RF Space. Esta será a tecnologia do futuro, um futuro que eu quero fazer parte. Em 2012, eu pretendo voltar para a Inglaterra e voltar a manter contatos utilizando minha estação de radio, algo que eu não tenho feito nos últimos 25 anos. ”
Os novos proprietários estão em processo de construção de um ambiente de desenvolvimento para Ham Radio De luxe e eles planejam começar por abordar alguns dos bugs existentes no software para um próximo lançamento da versão 5.1.
A nova versão 5.1 será disponibilizada sem custos para seus utilizadores registados.
Fonte: Mauricio Beraldo Py4mab
E-mail: py4mab@amsat.org
http://br.groups.yahoo.com/group/ISSFANCLUBEBRASIL/

Um grupo de radioamadores da região do Rio Araguaia (Conceição do Araguaia, Tucuruí, Araguaina, Rio Maria, Campo Alegre – hoje Santana do Araguaia e outros mais), que regularmente se encontravam em 40 metros em simples QSOs depois do Jornal Nacional, decidiram na noite de 27 de setembro de 1981, transformar estes QSOs em uma Rodada.
Cairo – PY8DP, radioamador mais antigo do grupo, sugeriu um nome para a rodada: “Pioneiros do Araguaia” – nome dado por serem os pioneiros no radioamadorismo na região daquele maravilhoso rio.
Após a escolha do nome da rodada, ficou designado Eduardo – PY8AQL, também conhecido como “Goela“, como coordenador do QAP.
Infelizmente, um ano depois, por motivos de força maior, o “Goela” não pode continuar a frente da rodada, sendo substituído na coordenação da rodada por Cairo – PY8DP.
A rodada passou então a ser em novo horário: 6:30h da manhã (horário da região), na frequência de 7.119 Khz e hoje, por razões de muito QRM, transferida para 7.122 Khz.
E a “Pioneiros do Araguaia” continua firme e forte, contando com a colaboração do Carlos Augusto – PY8DS, João Coringa – PY8DZ, Mairton – PS8MPM, de Teresina, ou o Serjão – PY8JJO que temporariamente está operando de São Luiz e muitos outros colegas e amigos de todo lugar onde a propagação chega, incluindo Manaus – capital do estado do Amazonas.
Ao longo desses 30 anos de atividade, muitos “causos” aconteceram e, com certeza, merecerão espaço para divulgação.
Convidamos todos, de forma muito prazerosa, os amigos radioamadores participantes da rodada, bem como aos corujas e radioescutas a participarem do evento em comemoração ao aniversário de 30 anos da Pioneiros do Araguaia, além da confraternização, estarão sendo sorteados um rádio HT e vários outros brindes.
Data: 24/09/2011
Local: Churrascaria Garrote – Posto Pará-Vip – BR 316 (Pará)
Horário: 19:00 hs.
O evento poderá ser acompanhado via Internet no endereço e via EchoLink pela estação de Fernando (Manga Larga) – PY8FML-L em Belém/PA em 145.700 mhz.
Maiores informações: Podem ser obtidas com Fernando (Manga Larga) por telefone: (91) 3278-4455 / 9608-3162 / 8156-6755.
O Blog Shop Antenas parabeniza os amigos da Rodada Pioneiros do Araguaia!
Venha Prestigiar o 2º Encontro de Radioamadores do Litoral do Paraná.
Vai haver alem da deliciosa Caldeirada de Frutos do Mar, sorteios de (1) Rádio VHF, e (1) Rádio HT que transmite e recebe VHF e UHF simultaneamente e de mais brindes.
Contamos com sua Presença.
Confirme sua presença e a de seus convidados:
Telefone: (41) 9642-9220
E-mail: caldeiradalitoral@xfnet.com.br
PU5RER
Data: 24/09/2011-Sábado
Local: Restaurante Sol Nascente – Guaratuba
Av. Curitiba, 84 Praia Central
A Partir das: 19:00 h.
*Obs.: Valor por Pessoa R$20,00 (Bebidas a Parte)
Um evento especial homenageará os mortos no ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 onde vários Radioamadores estarão mantendo contatos em varias freqüências e participando deste evento. A estação de Radioamador no pentágono que possui o indicativo de chamada K4AF participara deste evento dias 10 e 11 de setembro de 2011.
As freqüências e horários de ativação estão no site da K4AF na internet. A estação do pentágono participará deste evento em homenagem aos 184 mortos de 11 de setembro de 2001 que estavam a bordo do vôo 77 da American Airlines.
As datas e horários e também freqüências utilizadas pelas estações citadas acima serão veiculadas pela ARRL e poderão sofrer alterações.
Esta lista de grupos e estações poderá ser modificada com a chegada de novos grupos participantes.
A ARRL recomenda que você participante entre na pagina da ARRL e confira as mudanças que poderão ocorrer neste evento especial.
Para conferir a lista de todas as estações e grupos participantes visite o site da ARRL no link abaixo:
http://www.arrl.org/news/special-event-stations-mark-tenth-anniversary-of-9-11
Receberão homenagens especiais os Radioamadores que trabalhavam e/ou estavam no World trade Center e morreram no dia 11 de setembro de 2001, são eles:
Engenheiros de TV que estavam no World Trade Center
Trabalhadores que estavam nas torres gêmeas